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Você já falou mal de alguém?


Você já falou mal de alguém? Bem... antes de mais nada preciso confessar que eu já, e não poucas vezes! Aliás, este é um pecado que tenho que estar constantemente alerta para não cair nele.


Claro! Não gostamos de admitir isso! Preferimos dizer que são críticas, ou comentários, ou até mesmo, para os mais “espirituais”, pedidos de oração!!!


O fato é que falar mal dos outros pode facilmente fazer parte do nosso cotidiano: falamos mal das autoridades, do cônjuge, dos pais/filhos, do patrão/empregado, do colega de trabalho, dos amigos, dos irmãos da igreja, daquele que nos ofendeu, daquele que nos contrariou, daquele que nos frustrou, etc.


Mas... e Deus? Já se perguntou o que Ele acha disso? A Bíblia está repleta de advertências contra o pecado da língua. A exortação é tão extensa e variada que não conseguiríamos ver tudo aqui. Dessa forma, hoje vamos nos deter em provérbios. Vejamos o que este livro de sabedoria tem a nos dizer sobre o pecado da língua:


1- Falar mal do outro é uma marca dos ímpios

Pv 15:2 - A língua dos sábios adorna a sabedoria, mas a boca dos tolos derrama a estultícia.

Pv 17:4 - O ímpio atenta para o lábio iníquo, o mentiroso inclina os ouvidos à língua maligna.

Pv 6:12 - O homem de Belial, o homem vil, é o que anda com a perversidade na boca,

Pv 10:6 - Sobre a cabeça do justo há bênçãos, mas na boca dos perversos mora a violência.

Pv 10:11 - A boca do justo é manancial de vida, mas na boca dos perversos mora a violência.

Pv 10:32 - Os lábios do justo sabem o que agrada, mas a boca dos perversos, somente o mal.

Pv 11:9 - O ímpio, com a boca, destrói o próximo, mas os justos são libertados pelo conhecimento.

Pv 12:6 - As palavras dos ímpios são ciladas para derramar sangue, mas a boca dos retos os livrará.

Pv 15:28 - O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades.



2- Falar mal do outro provoca a destruição

Pv 12:18 - Há alguns que falam como que espada penetrante, mas a língua dos sábios é saúde.

Pv 18:21 - A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto.

Pv 26:28 - A língua falsa odeia aos que ela fere, e a boca lisonjeira provoca a ruína.

Pv 11:11 - Pela bênção que os retos suscitam, a cidade se exalta, mas pela boca dos perversos é derribada.

Pv 12:6 - As palavras dos perversos são emboscadas para derramar sangue, mas a boca dos retos livra homens.

Pv 26:28 - A língua falsa aborrece a quem feriu, e a boca lisonjeira é causa de ruína.



3- Falar mal do outro provoca destruição até mesmo para quem fala

Pv 6:2 E te deixaste enredar pelas próprias palavras; e te prendeste nas palavras da tua boca;

Pv 13:3 - O que guarda a boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios a si mesmo se arruína.

Pv 15:4 - A língua benigna é árvore de vida, mas a perversidade nela deprime o espírito.

Pv 17:20 - O perverso de coração jamais achará o bem; e o que tem a língua dobre vem a cair no mal.

Pv 21:6 - Trabalhar com língua falsa para ajuntar tesouros é vaidade que conduz aqueles que buscam a morte.

Pv 6:2 - estás enredado com o que dizem os teus lábios, estás preso com as palavras da tua boca.

Pv 12:14 - Cada um se farta de bem pelo fruto da sua boca, e o que as mãos do homem fizerem ser-lhe-á retribuído.

Pv 21:23 - O que guarda a boca e a língua guarda a sua alma das angústias.


4- Temer a Deus consiste em odiar a boca perversa

Pv 8:13 - O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço.


5- As nossas palavras descem para o nosso coração

Pv 18:8 - As palavras do maldizente são doces bocados que descem para o mais interior do ventre.

Pv 18:20 - Do fruto da boca o coração se farta, do que produzem os lábios se satisfaz.



Perceba que Deus não trata de qualquer forma esse terrível pecado! Sendo assim, precisamos ser intolerantes com nossas próprias palavras. Então, algumas perguntas para reflexão:


· O que falamos do outro reflete a realidade de que somos filhos de Deus, por meio da graça de Cristo em nos justificar, ou mais parece com a atitude dos ímpios?

· O que falamos do outro o enobrece, ao ressaltar suas qualidades, ou o rebaixa, por enfatizar seus defeitos?

· O que falamos do outro provoca louvor a Deus, ou entristece quem ouve?

· O que falamos sobre alguém encoraja quem escuta, ou o desanima?

· O que falamos do outro produz mais comunhão, ou provoca divisões?

· O que falamos do outro é fruto de gratidão a Deus, ou se origina em amargura e frustrações?


Então... diante disso, pare para refletir: Você tem falado mal de alguém? Se temos cometido esse pecado precisamos nos arrepender, confessá-lo e deixá-lo.


pr. Nelson Galvão


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