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Madonna, o Rio Grande e o Apocalipse



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Não foi somente um show de música, foi uma celebração à decadência! No Rio de Janeiro, a rainha do pop não apenas cantou, ela fez apologia à ideologia de gênero e ao sexo livre, debochou de símbolos cristãos e fez alusões ao satanismo.

 

E para piorar, todo esse show de horrores foi custeado com verba pública de um Estado quebrado que, em ano eleitoral, procura à moda romana, aprovação com pão e circo. De acordo com a velha imprensa, o caríssimo circo custou R$ 60 milhões[1](diga-se de passagem, que nesta imprensa não podemos confiar em absolutamente nada, porque a muito tempo deixou de lado sua vocação, para se rebaixar ao papel tosco de propagandista da ideologia de esquerda).

 

Claro que não podemos esquecer o lucro que o circo trás! Ao ser informado o custo, é com rapidez escandalosa que também é elucidado que o retorno financeiro para o Estado e Prefeitura é de R$ 500 milhões, obviamente essa é uma conta cabalística que busca justificar o escândalo.  Essa informação, com certeza deve ser suficiente para explicar aos incautos 1,6 milhões de pessoas[2] que celebraram a orgia feita com dinheiro público.

 

Enquanto a festa orgiástica era entusiasticamente celebrada, a região sul do Brasil foi afetada pela tragédia das chuvas. De acordo com estimativas da Defesa Civil[3], 364 municípios foram afetados, 129.279 pessoas estão desalojadas, 291 feridas, 111 desaparecidas e 83 mortas. Atualmente existe 20.070 pessoas em abrigos. E a festa do Rio? Nem sequer uma nota da turma que promove o “amor”.

 

Isso tudo me faz lembrar do livro do Apocalipse. Não serei leviano em afirmar que vivemos o Apocalipse. Mas, tem algo no livro que me veio à mente enquanto acompanho com indignação tudo isso.

 

De acordo com o livro, o juízo de Deus e Seu Cordeiro chegará sobre a humanidade impenitente. Este juízo se dará através de selos, trombetas e taças que representam doenças, fome, guerras e catástrofes naturais.

 

E aí chegamos no ponto do livro de Apocalipse que me chama a atenção. A despeito de tanto sofrimento, o que se espera é arrependimento e fé em Jesus Cristo. Mas, não é o que acontece. Existe uma expressão que é repetida várias vezes que expressa a reação da humanidade que se levanta contra Deus: “mas não se arrependeram” (Ap 16.9, 11;16.21). Ao contrário, eles blasfemam contra Deus e formam a coligação das nações que se unem a Satanás para lutar contra o povo de Deus (Ap 20.7 ss).

 

Como disse, não sei se vivemos o Apocalipse. Mas estou certo que o quadro que vivemos é uma preparação para tal. A humanidade nunca experimentou com as proporções que temos vivenciado as pestes (Covid), as guerras (guerras do séc. XX e as atuais), as tragédias naturais (RS e todos os outros), a fome. A despeito de tudo isso, as pessoas continuam sem arrependimento, blasfemam contra Deus, celebram o mal, a destruição da família, da vida e de tudo o que é bom, justo e honesto.

 

Onde tudo isso vai parar? O livro de Apocalipse nos informa. Jesus, assentado sobre o trono diz:

 

“Está cumprido: Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem tiver sede, darei de beber de graça da fonte da água da vida. Aquele que vencer herdará essas coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho. Mas, quanto aos covardes, incrédulos, abomináveis, homicidas, adúlteros, feiticeiros, idólatras e todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte”. (Ap 21.6-8).


pr. Nelson Galvão


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